
O serviço público que a escola presta à comunidade deve atender às suas necessidades.
Na sociedade, todos temos um papel a desempenhar.
O insubstituível papel dos pais é educar, cabendo à escola preparar crianças e jovens para uma adequada integração social e aos restantes parceiros o insubstituível papel de dar equilíbrio à comunidade, através da coesão social.
Em resposta ao desafio lançado pela Fundação Calouste Gulbenkian, através do projeto EMA (Estímulo à Melhoria das Aprendizagens), e face ao difícil momento que atravessamos, sentimos a obrigação de dar um sinal de esperança e tomar o destino nas nossas próprias mãos.
Acreditamos que só através de processos de valorização sustentada no nosso melhor património ─ as pessoas ─ poderemos ter um futuro melhor.
As escolas têm desenvolvido inúmeras dinâmicas de melhoria, através de projetos centrados nos processos pedagógicos e do desenvolvimento de muitas outras ações com bons resultados. No entanto, a exigência dos tempos exige à escola que prepare os alunos para um futuro mais competitivo, mais interventivo, respeitador dos outros e do meio envolvente. A incerteza do futuro exige de nós novos valores, assentes na criatividade, na capacidade de adaptação, na inovação e no empreendedorismo.
São estes os valores que a escola quer incorporar como novos desígnios para o futuro.
